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    <title>Ecoevol Lets</title>
    <description>ICB - Ecoevol - Laboratório de Ecologia Teórica e Síntese</description>
    <itunes:summary>ICB - Ecoevol - Laboratório de Ecologia Teórica e Síntese</itunes:summary>
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    <item>
      <title>Prof. José Alexandre F. Diniz Filho eleito membro da Academia Brasileira de Ciências</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="logo" title="logo" src="http://lets.ecoevol.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/103/o/logoabc.jpg?1391708211" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Prof. Jos&amp;eacute; Alexandre Diniz Filho, docente do PPG Ecologia &amp;amp; Evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o,&amp;nbsp;foi eleito membro da Academia Brasileira de Ci&amp;ecirc;ncias. Em nome de todos os docentes, discentes e t&amp;eacute;cnicos administrativos, a coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o do PPGEE parabeniza o Prof. Z&amp;eacute; Alexandre pelo merecido reconhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href=" http://www.abc.org.br/article.php3?id_article=3080"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 06 Feb 2014 15:38:33 -0200</pubDate>
      <link>https://lets.ecoevol.ufg.br/n/66376-prof-jose-alexandre-f-diniz-filho-eleito-membro-da-academia-brasileira-de-ciencias</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Desenvolvimentos Futuros</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: center; "&gt; &lt;a href='/pages/19201'&gt;&lt;img width="440" height="100" alt="" src='/up/103/o/pronex_pt.jpg' /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt;&lt;img style="MARGIN-RIGHT: 10px" height="150" width="200" align="left" border="3" alt="" src='/up/103/o/gear.jpg' /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Desenvolvimentos Futuros &lt;/h3&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt;A aplicação de técnicas de conservação a dados em grandes escalas ainda é bastante recente, de modo que diversos desenvolvimentos futuros são esperados no sentido de corrigir falhas nessas aplicações. Essas falhas referem-se tanto a problemas com os dados em si (por exemplo, falhas de Wallace e Linnaeus) quanto à questão de aplicação dos resultados na solução de problemas “reais” em conservação. A seguir algumas soluções e inovações que podem ser incorporadas em curto prazo às analises apresentadas acima são apresentadas.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;
    &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;a href='/pages/19191'&gt;Modelos de distribuição geográfica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
    &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;
    &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;&lt;span class="titulo"&gt;Padrões de abundância e teoria unificada da macroecologia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
    &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;
    &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;&lt;span class="titulo"&gt;Variabilidade genética, vórtices de extinção e viabilidade populacional&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
    &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;
    &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;&lt;span class="titulo"&gt;Estrutura genética populacional, unidades intraespecíficas de conservação e fragmentação de habitats &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
    &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: center; "&gt;&lt;a href='/pages/19201'&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;&lt;span class="titulo"&gt; Voltar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 23 Dec 2011 00:04:57 -0200</pubDate>
      <link>https://lets.ecoevol.ufg.br/n/19190-desenvolvimentos-futuros</link>
      <guid>https://lets.ecoevol.ufg.br/n/19190-desenvolvimentos-futuros</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Grupos indicadores</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: center; "&gt; &lt;a href='/pages/19201'&gt;&lt;img width="440" height="100" alt="" src='/up/103/o/pronex_pt.jpg' /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt;&lt;img style="MARGIN-RIGHT: 10px" height="158" width="200" align="left" alt="" src='/up/103/o/one_way.jpg' /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Grupos indicadores e sistemas de classificação&lt;/h3&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt;Apesar da objetividade na seleção de áreas para a conservação proporcionada pelos métodos descritos acima, a escolha do grupo biológico alvo para essas análises ainda possui muitos aspectos subjetivos. Geralmente a quantidade de dados (no caso em grandes escalas geográficas) disponíveis é o fator principal para a escolha desses grupos. Porém, nem sempre o grupo com maior quantidade de dados disponíveis é um bom “representante” de toda a biodiversidade da região.&lt;br /&gt;
Uma tentativa para solucionar essa questão é determinar que grupos biológicos são bons indicadores (surrogates) da biodiversidade como um todo. Para tal, o grupo indicador deve, ao máximo, representar a biodiversidade dos grupos que não foram analisados pelos métodos de planejamento sistemático de conservação. A maneira mais usual de determinar esse nível de representação é verificar a relação entre os padrões espaciais de riqueza de espécies e as respectivas raridades para diferentes tipos de grupos biológicos. No entanto, essa relação não necessariamente indica o quão efetivo o grupo é na representação, em termos de conservação, de outros grupos de organismos. Para avaliar essa questão, Pinto et al. (2008) analisaram 29 grupos taxonômicos de aves e testaram como uma rede determinada para um grupo focal (i.e. um dos 29 grupos pré-estabelecidos) representou os demais grupos de aves e verificaram que características ecológicas desses grupos estariam correlacionadas com a capacidade de representação.&lt;br /&gt;
Os resultados indicaram uma maior relação entre a riqueza de espécies totais e a riqueza de tiranídeos (r = 0,97). Os melhores modelos que explicam a variação espacial da eficiência dos grupos estão associados às seguintes características (em ordem decrescente): i) riqueza das espécies que dependem de habitats florestais; ii) riqueza de espécies, diversidade beta e proporção de espécies dependentes de habitats florestais e iii) riqueza de espécies, distribuição geográfica média das espécies e proporção das espécies dependentes de habitats florestais. Em função disso, o grupo de aves da família Thamnophilidae foi considerado o melhor indicador de todas as aves que ocorrem no bioma, pelo seu nível de representação (representando 93% do conjunto total de aves) e pela sua menor quantidade de espécies (54 espécies). A família Tyrannidae, por exemplo, representou 94% do conjunto total de espécies, porém possui um número de espécies muito mais elevado, o que dificultaria sua utilização como grupo-indicador.&lt;br /&gt;
Outro aspecto relacionado à escolha do grupo refere-se à correspondência entre os padrões de diversidade e outros indicadores ambientais, como, por exemplo, na classificação da paisagem. Silva et al. (2006) apresentaram uma classificação do Cerrado com base em características fitofisiográficas, e dividiram o bioma em cinco grandes unidades de paisagens, que seriam: i) planícies e os platôs bem-drenados dominados por savanas, e como tipos secundários da vegetação, florestas e gramados; ii) terrenos montanhosos dominados por savanas e, como tipos secundários da vegetação, florestas e gramados; iii) planícies dominadas por florestas, e como tipo secundário da vegetação, savanas densas; iv) planícies semi-decíduas ou totalmente verdes e outras florestas e v) planícies mal drenadas dominadas sazonalmente por savanas inundadas. Posteriormente, esses grupos foram ainda subdivididos em quinze unidades ecológicas, utilizando, para isso, um conjunto de 41 variáveis (tais como declividade, composição da vegetação, propriedades físicas e químicas do solo, etc).&lt;br /&gt;
Uma análise MRPP (Multiresponse Permutation Procedure) foi realizada com a ocorrência (presença/ausência) das espécies de Mamíferos, Aves, Répteis Squamata e Anuros no Cerrado para avaliar se a divisão fitofisiográfica de Silva et al. (2006) agrupa faunas mais semelhantes do que é esperado ao acaso. Os resultados mostraram que as distribuições dos quatro grupos respondem de maneira significativa à estrutura fitofisiografica, com um efeito relativamente pequeno para a divisão em 5 grupos (explicando cerca de 7,4% da variação), mas aumentado para cerca de 25% para a classificação em 15 grupos. Assim, a divisão de Silva et al. (2006) explica uma boa parte da variação entre assembléias dos diferentes grupos de vertebrados, o que significa que ela pode representar parte dos processos que originaram essa estrutura nas distribuições geográficas dessas espécies.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; "&gt;&lt;a href='/pages/19201'&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;&lt;span class="titulo"&gt;Voltar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 23 Dec 2011 00:04:57 -0200</pubDate>
      <link>https://lets.ecoevol.ufg.br/n/19189-grupos-indicadores</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Opportunities </title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;Opportunities&lt;/span&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Graduate program in Ecology &amp; Evolution&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Master and Doctoral positions for 2007!)&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Predicciones de los impactos del cambio climático sobre la biodiversidad en América Latina&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(&lt;a target="_blank" href='/up/102/o/Bioimpacto.pdf'&gt;BIOIMPACTO project&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; - Coordenação geral: Dr. Miguel B. Araújo (CSIC/MNCN, Madrid) &lt;a target="_blank" href="http://www.biochange-lab.eu/projects/bioimpacto"&gt;(read more...)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Opportunity: &lt;a target="_blank" href='/up/102/o/posdoc.doc'&gt;Contratação de POS-DOC&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href='/up/103/o/AUTOPHY.zip'&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="/p/1178-opportunities"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 23 Dec 2011 00:04:57 -0200</pubDate>
      <link>https://lets.ecoevol.ufg.br/n/19202-opportunities</link>
      <guid>https://lets.ecoevol.ufg.br/n/19202-opportunities</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Modelos de dist. geograf.</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: center; "&gt; &lt;a href='/pages/19201'&gt;&lt;img width="440" height="100" alt="" src='/up/103/o/pronex_pt.jpg' /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt;&lt;img style="MARGIN-RIGHT: 10px" height="200" width="200" align="left" border="3" alt="" src='/up/103/o/globo.jpg' /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Modelos de distribuição geográfica&lt;/h3&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt;Existem diversas técnicas que podem ser utilizadas para modelar registros de ocorrência e projetar as distribuições geográficas potenciais (ver Elith et al. 2006). Porém, um problema geral na modelagem de distribuições potenciais é a falta de dados, que é ainda mais crítica em regiões megadiversas e que, ao mesmo tempo, possuem pouca tradição em pesquisa. Esse é exatamente o caso da região Neotropical e do Brasil e, mais especificamente, do Cerrado. Assim, existe uma dificuldade em utilizar métodos mais poderosos que se baseiam em dados de presença-ausência, e, como alternativa, o foco das análises de modelagem esta concentrado em métodos que utilizam apenas dados de presença, como os utilizados pelos softwares GARP (Genetic Algorithm for Rule Set Production) e MAXENT (Maximum Entropy).&lt;br /&gt;
Para ilustrar a aplicação desses métodos, foram utilizados apenas 8 registros de ocorrência de Micrurus brasiliensis (Serpentes, Elapidae) na região do Brasil central. Esses dados foram modelados pelo MAXENT utilizando 5 variáveis ambientais. A distribuição potencial apresentada na Figura 8 mostra a probabilidade de ocorrência da espécie, e os mapas mais elaborados obtidos são portanto bem diferentes dos mapas de contorno que em geralmente são usados em trabalhos macroecológicos. Por outro lado, é importante ressaltar que esses mapas são em geral sobrestimativas da distribuição atual e mostram uma distribuição potencial (reflexo do nicho fundamental da espécie), já que se assume total “equilíbrio” entre distribuição e ambiente (de modo que eventos históricos, tais como falhas de dispersão sobre barreiras, ou tempo insuficiente para colonização, por exemplo, não são considerandos) e que interações entre espécies não explicam sua distribuição ou co-distribuição.&lt;/p&gt;
&lt;table width="90%" border="0" align="center" cellpadding="1" cellspacing="1"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr&gt;
            &lt;td style="text-align: center; "&gt;&lt;img width="200" height="200" alt="" src='/up/103/o/brasil_pt.JPG' /&gt;&lt;/td&gt;
            &lt;td style="text-align: center; "&gt;&lt;img width="200" height="199" alt="" src='/up/103/o/brasil_dist.JPG' /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Arial; "&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;a href='/pages/19190'&gt;Voltar&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 23 Dec 2011 00:04:57 -0200</pubDate>
      <link>https://lets.ecoevol.ufg.br/n/19191-modelos-de-dist-geograf</link>
      <guid>https://lets.ecoevol.ufg.br/n/19191-modelos-de-dist-geograf</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Teaching</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;Teaching&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table width="98%" cellspacing="1" cellpadding="4" border="0" align="center"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr&gt;
            &lt;td valign="top"&gt;
            &lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;Prof. Dr. Luis Mauricio Bini&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;/td&gt;
            &lt;td valign="top"&gt;
            &lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;Prof. Dr. José Alexandre   F. Diniz Filho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;/td&gt;
            &lt;td valign="top"&gt;
            &lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;Prof. Dr. Paulo De Marco   Jr.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr&gt;
            &lt;td valign="top"&gt;
            &lt;p&gt;Graduação (Ciências Biológicas)&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Ecologia Geral&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Ecologia Experimental&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoBodyText"&gt;Pós-Graduação   (Mestrado em Ecologia e Evolução)&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Métodos estatísticos em Ecologia e Evolução&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Ecologia de Populações               &lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;                                &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;                                   &lt;!--[endif]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Pós-Graduação (Doutorado em Ciências Ambientais)&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Análise de Dados Ambientais&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt; &lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Outros Cursos:                                &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal1"&gt;&lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/SPATIAL.rar"&gt;SPATIAL.rar&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;/td&gt;
            &lt;td valign="top"&gt;
            &lt;p&gt;Graduação (Ciências Biológicas)&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/Filosofia%20da%20Ciencia%20-%20UFG-programa.doc"&gt;Filosofia da Ciência&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;                  &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Pós-Graduação (Mestrado em Ecologia e Evolução)&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/Epistemologia%20ECOLOGIA%20-programa2006.doc"&gt;Ecologia e Evolução:   Conceitos e Epistemologia&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;                  &lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/macroecologia-UFG2006.doc"&gt;Macroecologia   e Ecologia Geográfica&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;(PPT: &lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/Macroecologia2006-geral.ppt"&gt;Geral&lt;/a&gt;/ &lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/Macroecologia2006-filogenia.ppt"&gt;Filogenia &amp; macroecologia&lt;/a&gt;/&lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/Macroecologia2006-gradientes%20de%20diversidade.ppt"&gt;Gradientes de   diversidade&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;                  &lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Copenhague&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/ANALISE%20ESPACIAL%20EM%20ECOLOGIA.doc"&gt;Analise Espacial em     Macroecologia&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;(PPT: &lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/spatial%20analysis.ppt"&gt;Spatial Data Analysis in Macroecology&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;                                   &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Brasil&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Analise Espacial em     Macroecologia&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;(PPT: &lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/SAM2008/COPENHAGE-August12-2007.ppt"&gt;Spatial Data Analysis in Macroecology&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;                 (DOC: &lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/SAM2008/Practical%20SAM%20class-IBS-comments.doc"&gt;Exercícios&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;(PDF: &lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/SAM2008/PDFs/PDFs.rar"&gt;Textos&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;                    &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Pós-Graduação (Doutorado em Ciências Ambientais)&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Conservação da Biodiversidade&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;                                   &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Outros Cursos&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Evolução Humana (Arquivo &lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/EvolucaoHumana-MAX.ppt"&gt;PPT&lt;/a&gt;, 50   mb!)&lt;/p&gt;
            &lt;/td&gt;
            &lt;td valign="top"&gt;
            &lt;p&gt;Graduação (Ciências Biológicas)&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/Biologia%20Evolutiva.doc"&gt;Biologia Evolutiva&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/conservation.htm"&gt;Biologia da Conservação&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.ecoevol.ufg.br/lets/bioestat.htm"&gt;Bioestatística&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;                                   &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Pós-Graduação (Mestrado em Ecologia e Evolução)&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Princípios Ecológicos de Modelagem&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Pós-Graduação (Doutorado em Ciências Ambientais)&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;Estatística&lt;/p&gt;
            &lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="/p/1176-teaching"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 23 Dec 2011 00:04:57 -0200</pubDate>
      <link>https://lets.ecoevol.ufg.br/n/19200-teaching</link>
      <guid>https://lets.ecoevol.ufg.br/n/19200-teaching</guid>
    </item>
    <item>
      <title>PRONEX</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="100" width="440" alt="" src='/up/103/o/pronex_pt.jpg' /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;a href="#Resumo"&gt;Resumo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;a href='/pages/19182'&gt;Dados básicos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;a href='/pages/19183'&gt;Padrões de riqueza e diversidade beta de espécies&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;a href='/pages/19184'&gt;Conflitos de conservação&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;a href='/pages/19185'&gt;Complementaridade e insubstituibilidade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;a href='/pages/19186'&gt;Análises de lacunas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;a href='/pages/19189'&gt;Grupos indicadores e sistemas de classificação&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;a href='/pages/19187'&gt;Gradientes de conhecimento&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;a href='/pages/19190'&gt;Desenvolvimentos futuros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;a href='/pages/19188'&gt;Principais referências&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a name="Resumo"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Resumo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;Há consenso entre os cientistas de que a há atualmente uma “crise da biodiversidade”, resultado da constante e intensa perda de habitat natural causada pela expansão da ocupação. Como a biologia da conservação tem sido muitas vezes reconhecida como uma ciência da crise, ela deve fornecer informações capazes de mediar, de forma mais científica possível, as tomadas de decisão que são necessárias. Dentre estas, uma das mais importantes é indicar regiões prioritárias para a conservação, já que por motivos óbvios não é possível preservar todos os ecossistemas por inteiro. Nesse contexto, recentemente sugeriu-se que a aplicação de princípios, teorias e análises provenientes da biogeografia e da macroecologia seriam importantes na Biologia da Conservação, formalizando uma abordagem que tem sido denominada “Biogeografia da Conservação”. Assim, o objetivo deste artigo é discutir e revisar esses componentes da biogeografia da conservação, utilizando uma abordagem macroecológica para desenvolver e aplicar métodos de planejamento sistemático em conservação, utilizando o bioma Cerrado como um modelo de estudo. Foram discutidos inicialmente os padrões de riqueza e diversidade beta e, em um segundo momento, como esses padrões podem ser correlacionados à ocupação humana do Bioma. Essa relação é fundamental para subsidiar a aplicação de modelos de planejamento sistemático de conservação em escala regional (análises de insubstituibilidade, complementaridade e de lacunas). É preciso considerar também que há sérias falhas de conhecimento sobre os padrões de biodiversidade na região e que a escolha de grupos indicadores pode ser importante para minimizar problemas gerados pela falta de conhecimento. Assim, essa abordagem é interessante em um cenário de grandes incertezas (ausência de dados detalhados) e de rápida transformação da paisagem, possibilitando a otimização de estudos em grandes escalas e depois transferir os resultados para escalas espaciais mais locais e realmente relevantes para a conservação. Nessas regiões, podem ser realizados, em um segundo momento, estudos mais detalhados a fim de avaliar padrões de viabilidade populacional, fragmentação de habitat e regiões potenciais de manutenção da diversidade genética. &lt;br /&gt;
Palavras-Chave: Planejamento sistemático, insubstituibilidade, complementaridade, lacunas, distribuição geográficas.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="#Voltar"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;Voltar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="/p/1177-pronex"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 23 Dec 2011 00:04:57 -0200</pubDate>
      <link>https://lets.ecoevol.ufg.br/n/19201-pronex</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Presentation</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&amp;ldquo;&lt;em&gt;Trying to discover the laws that govern the abundance, distribution, and diversity of species is not for those who are timid or content to do easy science. But for those who are willing to think big, stretch themselves and persevere, I cannot think of any human endeavor that is more challenging and more fun&lt;/em&gt;&amp;rdquo;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(J. H. Brown, 1995, Macroecology, p. 336)&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="/p/1169-presentation"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 23 Dec 2011 00:04:57 -0200</pubDate>
      <link>https://lets.ecoevol.ufg.br/n/19193-presentation</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Research Interests</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;Research interests&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in; line-height: 150%;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;-         &lt;!--[endif]--&gt;Macroecology and Geographical Ecology&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in; line-height: 150%;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;-         &lt;!--[endif]--&gt;Quantitative methods in Conservation Biology&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in; line-height: 150%;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;-         &lt;!--[endif]--&gt;Predictive Limnology&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in; line-height: 150%;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;-         &lt;!--[endif]--&gt;Scientiometrics&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in; line-height: 150%;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;-         &lt;!--[endif]--&gt;Phylogenetic comparative methods&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 150%;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;Main Projects&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="left" style="text-align: left;" class="MsoBodyText"&gt;Áreas Prioritárias para Conservação da Biodiversidade no Cerrado e em Goiás (&lt;a href='/pages/19140'&gt;read more...&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 150%;" class="MsoNormal"&gt;(PRONEX – CNPq/SECTEC-GO)&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: normal;" class="MsoBodyText2"&gt;Predicciones de los impactos del cambio climático sobre la biodiversidad en América Latina (&lt;a href='/up/102/o/Bioimpacto.pdf' target="_blank"&gt;BIOIMPACTO project&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 150%;" class="MsoNormal"&gt;- Coordenação geral: Dr. Miguel B. Araújo (CSIC/MNCN, Madrid) &lt;a target="_blank" href="http://www.biochange-lab.eu/projects/bioimpacto"&gt;(read more...)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 150%;" class="MsoNormal"&gt;Opportunity: &lt;a href='/up/102/o/posdoc.doc'&gt;Contratação de POS-DOC&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="/p/1171-research-interests"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 23 Dec 2011 00:04:57 -0200</pubDate>
      <link>https://lets.ecoevol.ufg.br/n/19195-research-interests</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Localization</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;/span&gt;Instituto de Ci&amp;ecirc;ncias Biol&amp;oacute;gicas &amp;ndash; ICB&lt;br /&gt; Universidade Federal de Goi&amp;aacute;s&lt;br /&gt; Campus Samambaia, sa&amp;iacute;da para Ner&amp;oacute;polis &amp;ndash; Km 13 &lt;br /&gt; Caixa postal 131 Goi&amp;acirc;nia-Go CEP: 74001-970 FONE: (62) 3521 1078 FAX: (62) 3521 1190&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/admin/pages/19197/&amp;lt;iframe width=&amp;quot;425&amp;quot; height=&amp;quot;350&amp;quot; frameborder=&amp;quot;0&amp;quot; scrolling=&amp;quot;no&amp;quot; marginheight=&amp;quot;0&amp;quot; marginwidth=&amp;quot;0&amp;quot; src=&amp;quot;https:/maps.google.com.br/maps?f=q&amp;amp;amp;source=s_q&amp;amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;amp;geocode=&amp;amp;amp;q=Av.+Esperan%C3%A7a,+Vila+Itatiaia,+Goi%C3%A2nia+-+GO,+74690-612+%E2%80%8E&amp;amp;amp;aq=&amp;amp;amp;sll=-16.604774,-49.26424&amp;amp;amp;sspn=0.100182,0.169086&amp;amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;amp;hq=&amp;amp;amp;hnear=Avenida+Esperan%C3%A7a,+Goi%C3%A2nia+-+Goi%C3%A1s&amp;amp;amp;t=m&amp;amp;amp;ll=-16.60498,-49.262352&amp;amp;amp;spn=0.014394,0.018282&amp;amp;amp;z=15&amp;amp;amp;output=embed&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/iframe&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;a href=&amp;quot;https:/maps.google.com.br/maps?f=q&amp;amp;amp;source=embed&amp;amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;amp;geocode=&amp;amp;amp;q=Av.+Esperan%C3%A7a,+Vila+Itatiaia,+Goi%C3%A2nia+-+GO,+74690-612+%E2%80%8E&amp;amp;amp;aq=&amp;amp;amp;sll=-16.604774,-49.26424&amp;amp;amp;sspn=0.100182,0.169086&amp;amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;amp;hq=&amp;amp;amp;hnear=Avenida+Esperan%C3%A7a,+Goi%C3%A2nia+-+Goi%C3%A1s&amp;amp;amp;t=m&amp;amp;amp;ll=-16.60498,-49.262352&amp;amp;amp;spn=0.014394,0.018282&amp;amp;amp;z=15&amp;quot; style=&amp;quot;color:#0000FF;text-align:left&amp;quot;&amp;gt;Exibir mapa ampliado&amp;lt;/a&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;"&gt;&lt;iframe src="https://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;amp;source=s_q&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;geocode=&amp;amp;q=Av.+Esperan%C3%A7a,+Vila+Itatiaia,+Goi%C3%A2nia+-+GO,+74690-612+%E2%80%8E&amp;amp;aq=&amp;amp;sll=-16.604774,-49.26424&amp;amp;sspn=0.100182,0.169086&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;hq=&amp;amp;hnear=Avenida+Esperan%C3%A7a,+Goi%C3%A2nia+-+Goi%C3%A1s&amp;amp;t=m&amp;amp;ll=-16.60498,-49.262352&amp;amp;spn=0.014394,0.018282&amp;amp;z=15&amp;amp;output=embed" width="425" height="350"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;small&gt;&lt;/small&gt;&lt;/a&gt;&lt;small&gt;&lt;a href="https://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;amp;source=embed&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;geocode=&amp;amp;q=Av.+Esperan%C3%A7a,+Vila+Itatiaia,+Goi%C3%A2nia+-+GO,+74690-612+%E2%80%8E&amp;amp;aq=&amp;amp;sll=-16.604774,-49.26424&amp;amp;sspn=0.100182,0.169086&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;hq=&amp;amp;hnear=Avenida+Esperan%C3%A7a,+Goi%C3%A2nia+-+Goi%C3%A1s&amp;amp;t=m&amp;amp;ll=-16.60498,-49.262352&amp;amp;spn=0.014394,0.018282&amp;amp;z=15"&gt;Exibir mapa ampliado&lt;/a&gt;&lt;/small&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="/p/1173-localization"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 23 Dec 2011 00:04:57 -0200</pubDate>
      <link>https://lets.ecoevol.ufg.br/n/19197-localization</link>
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